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29 abr |

Entenda como o Data Thinking pode fazer a diferença na gestão de dados

Para extrair o máximo de potencial da base de dados é necessário inovar na relação da empresa com eles. Estudar outras técnicas, que não necessariamente pertençam ao universo de dados, acaba sendo uma fonte de ideias estratégicas. É exatamente aí que entra o Data Thinking.

A técnica traz o arsenal de um design para o cenário de dados, provocando enfoques diferentes, mais amplos e mais criativos. A ideia é aproveitar todas as oportunidades que os insumos informacionais apresentarem.

Para entender melhor o Data Thinking, primeiro é preciso conhecer seu conceito. 

O que é Data Thinking?

O termo “Data Thinking” origina-se da junção de duas técnicas pré-existentes: o Data Science e o Design Thinking. Separadas, elas funcionam dentro do escopo de suas áreas, mas combinadas, formam uma ferramenta poderosa para planos de ação, planejamento de negócios e análises de dados mais aprofundadas.

 

Conceitos que formam o data thinking

 

O Data Thinking combina os dois conceitos para estruturar uma nova proposta: entender, por meio dos dados, as necessidades dos clientes e as oportunidades estratégicas que eles geram.

É uma forma diferente de encarar os dados, explorando todo o potencial que eles possuem. Contudo o intuito não é apenas criar táticas assertivas com base nas informações do cliente, mas também focar na solução real do problema identificado

Por que usar técnicas de designer

O Design Thinking possui um arsenal de ferramentas que colocam o público no centro da questão. O foco desses designers é projetar ideias que conversem com as características, tanto práticas quanto emocionais, do cliente. É concentrar o produto nele. Mas de que forma?

Os designers pensadores cumprem alguns procedimentos para construir suas ideias. Só que esses processos não são descartados depois que utilizados. Eles conversam entre si durante todo o planejamento. 

etapas do design thinking para o data thinking

Esses especialistas começam pelo processo de entender público utilizando todos os prismas. Aqui não é levado em consideração apenas as características dele, mas seus objetivos no campo emocional, ou seja, o que ele projeta no produto e o que espera dele. Esta etapa é chamada de empatia.

Depois vem a definição do problema levantado na etapa anterior. Aqui se segue para um processo chamado “ideate”, o momento de pensar criativamente em maneiras distintas de solucionar a dor do cliente. Aí chega a hora de eliminar as propostas que não fazem tanto sentido e deixar aquelas que se aproximam mais do que o público espera, criando então uma “fórmula”, ou um protótipo.

E por fim vem o teste, que se torna bem mais funcional e objetivo quando feito com a participação do cliente.

Mas para que todo esse trabalho? Esses processos chegam a um resultado comum ao público, oferecendo para eles exatamente aquilo que eles desejam, por isso que eles compram o produto. Porque também estão comprando a ideia por trás dele. O Data Thinking se relaciona diretamente com esse objetivo porque a ideia é justamente conhecer intimamente o cliente (através de dados) e fomentar estratégias com chances reais de funcionar com ele.

Benefícios do Data Thinking

O principal benefício é esse: focar estratégias no espectro prático e emocional do cliente. Ou seja, compreender as necessidades do público que vai se relacionar com seu plano de ação. Pode parecer um tanto óbvio, mas o que se deve considerar é a experiência única que sua organização vai proporcionar a ele.

Os demais benefícios são consequências desse pensamento, como a aplicação de insumos em táticas que efetivamente trazem retorno, menos desperdício de tempo e dinheiro em planos de ação infrutíferos, fidelização do público, acesso aos dados mais íntimos do cliente, etc.

Usar os conceitos do Data Thinking permite que as organizações criem diferenciais e saiam na frente de seus concorrentes.

Data Thinking na análise de dados

Como a ideia do Data Thinking se concentra em compreender as reais dores do cliente, inclusive aquelas que eles projetam emocionalmente sobre o produto, isso acaba se traduzindo nos dados.

O gerenciamento dessas informações se tornam um pouco mais profundas, mais analíticas e, é claro, mais criativas. Porque é exatamente isso que o Data Thinking permite, uma maior criatividade para impulsionar inferências. A consequência prática disso é a criação de planos estratégicos inovadores.

É uma maneira de analisar os dados que a empresa já possui para explorar novas possibilidades assertivas, aumentando a gama de opções táticas que ela pode executar. O interessante é que este procedimento minimiza o risco operacional, uma vez que surge da mesma origem que qualquer estratégia aplicada anteriormente: dos dados.

Então o Data Thinking acaba oferecendo novas formas de analisar os mesmos dados, só que com visões estratégicas distintas.

Soluções estratégicas e analíticas  

O Data Thinking é uma técnica que muito tem a contribuir para uma análise de dados que explora diferentes oportunidades de inferências. Porém sozinha acaba não correspondendo às expectativas de um profissional que vive constantemente interpretando as informações em sua base.

É necessário se nutrir de outras técnicas e habilidades que vão aprimorar ainda mais sua visão analítica. Combinada às diferentes metodologias e estudos acerca dos dados, o Data Thinking pode sim ser o diferencial que sua empresa estava procurando para aumentar a base de leads ou de receitas.

Para entender melhor sobre as habilidades necessárias que um profissional de dados deve incorporar, preparamos o e-book “Muito Além da Lógica”. Neste material grátis, você vai encontrar tudo o que você precisa saber para se destacar na gestão de dados.

CTA data thinking melhora análise de dados

 

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